Nós, professoras e professores de todas as unidades do SESI, estamos em ESTADO DE GREVE e vimos demonstrar publicamente nossa insatisfação com a maneira desrespeitosa com que a direção do SESI vem tratando a nossa pauta de reivindicações da CAMPANHA SALARIAL deste ano.
O SESI se nega a reajustar os nossos SALÁRIOS, não quer discutir PLANO DE CARREIRA, se recusa a implementar ações que ponham fim à SOBRECARGA DE TRABALHO, inclusive contratar mais professores facilitadores da EDUCAÇÃO INCLUSIVA para cuidar dos materiais adaptados.
Aliás, a SOBRECARGA DE TRABALHO é uma queixa geral de docentes em todas as unidades do SESI no Estado de São Paulo, pois acarreta sintomas de ANSIEDADE, PÂNICO, STRESS e SOFRIMENTO MENTAL.
Mesmo assim, as gestões das unidades de ensino exercem enorme pressão para que professoras e professores não faltem ao trabalho para cuidar da saúde, o que gera ADOECIMENTO e um ciclo sem fim.
Diante desse cenário, o ESTADO DE GREVE é mais que legítimo: NÃO SIGNIFICA PARALISAÇÃO DAS ATIVIDADES, AINDA…
É um AVISO DE ALERTA À DIREÇÃO DO SESI de que a situação precisa ser tratada com a SERIEDADE e o RESPEITO que merece, e que as negociações precisam avançar.
Agradecemos a atenção, solidariedade e sobretudo a compreensão sobre o que está em jogo neste momento.